Vídeo“Tu não é essa casca grossa que tu acha que tu era”
Guilherme
Comerciante, dono de restaurante japonês · Santos, SP
Diego
Empresário da construção civil
Guardava tudo para si e agia sem pensar na consequência do que dizia
Diz que o treinamento salvou o casamento, e a mulher dele conta a mesma história do outro lado
Diego é empresário da construção civil, pai de três filhos e marido da Andreia.
Ele não chegou como aluno. Chegou como fornecedor. Fez o escritório da Humanity, e o Júlio e o Rodrigo eram clientes dele.
E o que o fisgou foi uma observação de quem estava de fora, trabalhando:
Desde o primeiro momento eu pensei: tem alguma coisa diferente nessas pessoas. Não é possível que eles sejam tão felizes. É muito louco.
Ficou com a pulga atrás da orelha. Levou um tempo até se inscrever.
Este depoimento tem uma particularidade que nenhum outro desta série tem. A Andreia, mulher do Diego, gravou o dela separadamente. Dois vídeos, duas pessoas, o mesmo casamento.
Ela diz, de passagem, quase escondido no meio do depoimento:
Eu estava prestes a desistir de tudo, e não desisti. A gente continua bem.
Ele diz, e é a primeira frase do vídeo dele:
Eu costumo até conversar com a minha esposa que foi uma coisa que, de fato, eu acredito que tenha salvado o nosso casamento.
Diego foi primeiro. Andreia foi depois, e é ela quem conta que ele foi na frente. Vale ver o depoimento dela para ouvir a mesma história pelo outro lado da casa.
Diego resume o próprio problema numa frase que carrega duas coisas ao mesmo tempo:
Eu tinha um sentimento de guardar muito as coisas, e de pensar muito só no momento ali, na hora, e não na consequência de tudo que a gente fala, de tudo que a gente faz.
Guardava o que sentia e não media o efeito do que dizia. Essa combinação é específica e é devastadora dentro de casa, porque não produz uma briga grande. Produz um acúmulo silencioso de um lado e uma sequência de pequenos estragos do outro.
E ele descreve o efeito disso em termos físicos:
Me tirou muito peso das costas que eu carregava.
Diego chegou sem repertório nenhum, e isso é parte do que ele credita:
Era muito novo para mim. Eu não conhecia esse tipo de treinamento, não conhecia nada sobre isso. E simplesmente eu me entreguei.
Mas a ideia que ele leva embora é a mais aproveitável de toda esta série, e é ela que dá sentido ao resto:
Às vezes a gente está em busca de procurar melhora nos outros, procurar que as coisas melhorem por você. Sendo que, na verdade, você precisa primeiro tirar o peso que você carrega e que às vezes você não percebe.
Primeiro a gente precisa se lapidar, para depois seguir em frente e tentar fazer com que as coisas melhorem.
Leia isso sabendo de onde ele estava falando. Diego estava num casamento em risco, e a conclusão dele não foi sobre a mulher. Foi sobre o que ele carregava e não via.
Sobre o que mudou nele, quem dá o veredito não é ele:
A gente vem achando que vai melhorar uma coisa, e melhora tanto como pessoa. Isso é a minha esposa que fala.
Como pai, ele faz questão de dizer que já era presente antes. O que mudou foi o ângulo:
Eu sempre fui um paizão, sempre fui muito. Mas acho que de uma outra visão.
E o casamento continua de pé. Dois depoimentos, gravados separadamente, dizem a mesma coisa por caminhos diferentes.
Eu costumo até conversar com a minha esposa que foi uma coisa que, de fato, eu acredito que tenha salvado o nosso casamento.
Eu sou Diego, empresário, pai de três filhos, marido da Andreia.
Foi trabalhando, no lado profissional, que me levou até eles. Eu fiz o escritório deles. Eu trabalho com construção civil, e o Júlio e o Rodrigo, na época, eram meus clientes.
E desde o primeiro momento que eu conheci, eu pensei: tem alguma coisa diferente nessas pessoas. Não é possível que eles sejam tão felizes. É muito louco. E aí eu fiquei com aquela pulga atrás da orelha. E aí eu fui conhecendo, foi passando os dias, até que chegou a minha hora de transformar a minha vida.
Eu tinha um sentimento de guardar muito as coisas, e de pensar muito só no momento ali, na hora, e não na consequência de tudo que a gente fala, de tudo que a gente faz. Isso, depois, o treinamento me fez refletir bastante. Me tirou muito peso das costas que eu carregava. E com certeza me transformou numa pessoa muito melhor.
Era muito novo para mim. Eu não conhecia esse tipo de treinamento, não conhecia nada sobre isso. E simplesmente eu me entreguei, e eu quis me tornar uma pessoa muito melhor. Esse era o meu objetivo no geral: como pessoa, como profissional, como pai, como marido.
Eu encontrei muito mais além do que eu vim procurando, do que eu imaginava. Muito mais. São tantas coisas. Na verdade, a gente vem achando que vai melhorar uma coisa, e melhora tanto como pessoa. Isso é a minha esposa que fala.
Acho que eu me tornei uma pessoa muito melhor. Como pai, eu sempre fui um paizão, sempre fui muito. Mas acho que de uma outra visão.
Eu costumo até conversar com a minha esposa que foi uma coisa que, de fato, eu acredito que tenha salvado o nosso casamento.
Coincidências, eu acredito, mas não tanto. Porque quando a gente busca melhorar, acho que a principal ferramenta somos nós. Às vezes a gente está em busca de procurar melhora nos outros, procurar que as coisas melhorem por você. Sendo que, na verdade, você precisa primeiro tirar o peso que você carrega e que às vezes você não percebe. Muitas vezes não percebe.
Então acho que primeiro a gente precisa se lapidar, para depois a gente seguir em frente e tentar fazer com que as coisas melhorem. Então acho que foi bastante isso. Foi transformador.
O M1 é um treinamento que te transforma. Transformador, acho que é a palavra. E acho que é até pouco para tanto que ele te agrega, tanto valor que te agrega, de tudo que engloba de você. E tratar todos os seus sentidos, todas as suas emoções, saber lidar consigo próprio. É muito valioso você se autoconhecer, você ver o que você pode mudar e o que mudou. O autoconhecimento é muito bacana.
Eu agradeceria a confiança desde o primeiro momento. E transformou a minha vida total. Foi isso.
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