Vídeo“Eu posso o que eu quero”
Ana Paula
Dentista
Leonardo Ventura
Advogado, professor e mentor
Reagia por impulso e cobrava que os outros agissem do jeito que ele julgava certo
Passou a regular o próprio estado antes de conduzir e reduziu a impulsividade nas situações de pressão
Leonardo Ventura tem 49 anos e é advogado, professor e mentor. Três atividades que têm uma coisa em comum: em todas elas ele passa o dia conduzindo pessoas.
Guarde esse detalhe, porque é ele que dá o tamanho real do que Leonardo conta no depoimento.
Ele chegou até aqui por etapas. Primeiro fez o Momenttum M1. Saiu de lá e foi atrás da mentoria. Depois entrou no Practitioner em PNL. O depoimento foi gravado no intervalo entre o primeiro e o segundo módulo da formação, ou seja, com o processo ainda em andamento, e ele faz questão de dizer isso.
Leonardo se descreve com uma palavra que quase ninguém usa sobre si mesmo em público.
Eu era um cara reativo em algumas coisas.
E completa com uma observação mais fina, que é o retrato de muita gente competente:
Com muita crença que eu sabia que estava ali, que ela existe, mas que eu não sabia muito bem como lidar com ela.
Repare no que ele está dizendo. Não era falta de consciência. Ele sabia que as crenças estavam operando, sabia que existiam. O que faltava não era diagnóstico, era manejo.
Esse é um estágio em que muita gente fica travada por anos. Você já entendeu o suficiente sobre si mesmo para se incomodar, e ainda não tem ferramenta nenhuma para fazer diferente. Saber que reage não impede a reação.
E havia um segundo padrão, que ele nomeia sem suavizar:
Eu sempre fui um cara muito assim: poxa, como a pessoa age daquele jeito? Como ela age daquele jeito?
Some isso ao que ele diz na sequência, que é ser um cara muito guerreiro de buscar fazer as coisas, e o desenho fica completo. Alguém de alta exigência, que resolve, que entrega. E que, exatamente por isso, tinha dificuldade genuína de entender por que os outros não faziam igual.
Leonardo aponta o insight que mais mexeu com ele, e é um dos fundamentos da PNL:
O maior insight para mim é entender bem a diferença do mapa e do território.
Na prática, isso significa aceitar que ninguém reage ao mundo. Cada pessoa reage à própria versão dele, construída com a história, os recursos e as limitações que tem. A conclusão que ele tira disso é a frase mais importante do depoimento:
Cada um faz o que pode com os recursos que dispõe no momento.
Essa frase parece uma gentileza. Não é. Ela é uma ferramenta de gestão, e muda o comportamento de quem lidera de forma imediata:
Foi exatamente essa a mudança que ele descreve:
Como impor menos as coisas que eu acho ou que eu penso que têm que ser, e como entender que cada um tem os seus meios, e tentar com isso ajudá-los.
Sair de impor para ajudar não é ficar mais mole. É trocar uma estratégia que não funcionava por uma que funciona.
Aqui o depoimento fica concreto, e é a parte que eu mais valorizo, porque não é sobre sensação, é sobre comportamento sob pressão.
Eu tive algumas situações em que normalmente eu ficaria mais nervoso e perderia a mão, e aí eu consegui internalizar e entender que eu preciso estar no meu bom estado para conduzir.
Essa frase deveria estar na parede de qualquer pessoa que lidera.
Ela reconhece uma coisa que a maioria dos líderes descobre tarde demais: ninguém conduz de um estado desregulado. Você pode ter razão, ter o argumento certo e a decisão correta, e ainda assim estragar tudo porque chegou na conversa alterado. O estado chega antes do conteúdo, e é ele que a outra pessoa lê primeiro.
O resultado prático que Leonardo aponta:
Reduzir muito a impulsividade em algumas coisas para conseguir alcançar os resultados.
E ele fecha com um cuidado que dá credibilidade ao resto:
Eu sinto claramente que isso é um processo. Que ainda tem muita coisa para desenvolver.
Ele não diz que resolveu. Diz que está conduzindo. Essa diferença é exatamente o que separa depoimento honesto de propaganda.
Tem ainda uma imagem que ele constrói e que vale guardar:
Me sinto pequeno por conseguir entender onde eu estou, mas ao mesmo tempo me sinto com uma capacidade imensa de crescer muito e muito mais.
As duas coisas ao mesmo tempo, e não apesar uma da outra. Foi por enxergar o próprio tamanho real que ele passou a enxergar o espaço que tem para crescer. É disso que ele fala quando cita a humildade que leva a níveis maiores.
Abra-se para entender que existe uma nova perspectiva, um jeito diferente de ver as coisas, que a gente tem muita coisa para aprender. E que essa humildade de perceber isso é que te leva a níveis muito maiores.
Vindo de um advogado, professor e mentor de 49 anos, essa é uma frase cara. Quem passou a vida inteira sendo procurado por saber é justamente quem tem mais a perder ao admitir que ainda tem muito a aprender.
Foi essa disposição que fez a diferença. Não a técnica.
Leonardo Ventura, tenho 49 anos, sou advogado, professor e mentor.
Eu era um cara reativo em algumas coisas, e com muita crença que eu sabia que estava ali, que ela existe, mas que eu não sabia muito bem como lidar com ela. E o Practitioner vem me dando ferramentas muito importantes para lidar bem com esses sentimentos, e agora conseguir nomeá-los, direcioná-los e de alguma forma levá-los para aquilo que é um estado desejado, para aquilo que é melhor. Então tem sido muito transformador.
Eu acho que o maior insight para mim é entender bem a diferença do mapa e do território, e entender que cada um de nós tem um mapa que a gente precisa compreender e compatibilizar. Entender, respeitar.
Eu sempre fui um cara muito assim: poxa, como a pessoa age daquele jeito? Como ela age daquele jeito? Eu sou um cara muito guerreiro de buscar fazer as coisas. E na verdade você precisa entender que cada um faz o que pode com os recursos que dispõe no momento.
Então isso para mim está sendo muito transformador mesmo, no sentido de entender como lidar melhor com as pessoas, como impor menos as coisas que eu acho ou que eu penso que têm que ser, e como entender que cada um tem os seus meios, e tentar com isso ajudá-los.
Eu acho que isso, não digo só do Practitioner, eu digo dos cursos que eu já fiz e do movimento da mentoria: abra-se para entender que existe uma nova perspectiva, um jeito diferente de ver as coisas, que a gente tem muita coisa para aprender, muita coisa para entender. E que essa humildade de perceber isso é que te leva a níveis muito maiores.
Eu me sinto pequeno por conseguir entender onde eu estou, mas ao mesmo tempo me sinto com uma capacidade imensa de crescer muito e muito mais, justamente por ter essa percepção e as ferramentas que a gente tem adquirido aqui.
Então acho que é nessa. O maior ganho que eu tive no Practitioner é a melhor gestão dos meus próprios sentimentos e a melhor gestão das minhas percepções do mundo.
Nesse intervalo do primeiro para o segundo módulo do Practitioner, eu tive alguns pontos, algumas situações em que normalmente eu ficaria mais nervoso e perderia a mão, e aí eu consegui internalizar e entender que eu preciso estar no meu bom estado para conduzir. Então reduzir muito a impulsividade em algumas coisas, para conseguir alcançar os resultados.
E eu sinto claramente que isso é um processo. Que eu estou num processo, que nesse fim de semana a gente já termina um curso com mais ferramentas, mas que isso é um processo contínuo, que ainda tem muita coisa para desenvolver.
O Júlio é um cara incrível. Ele transpira bondade por meio de toda a técnica que ele tem, por tudo que ele ensina. Mas antes de mais nada, ele é um cara que conecta com a pessoa, ele traz a pessoa para perto dele. E genuinamente, você vê claramente que é um cara que busca fazer com que cada um de nós atinja o seu melhor de uma forma genuína.
Procure entender, procure estudar, procure conhecer de verdade, porque são pessoas raras que ainda existem no mundo. Eu gostei muito. Tanto é que quando eu conheci o Júlio e fiz o M1, logo depois eu saí louco atrás da mentoria, justamente por isso. Eu falei: cara, isso é uma pessoa para estar perto.
Claro, a técnica é importante, o conhecimento todo acumulado de todo esse tempo é sensacional. Mas não é só isso. O ambiente, as pessoas, é sensacional. Sensacional.
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