Vídeo“Eu posso o que eu quero”
Ana Paula
Dentista
Tati
Fisioterapeuta
Sabotava as próprias metas na reta final e tinha dificuldade com foco
Trocou as próprias falas, mudou a forma de falar com o filho e descobriu a corrida aos 40
Tati é fisioterapeuta formada há 20 anos e foi atleta a vida inteira. Jogou vôlei desde sempre. Aos 40 e poucos, descobriu a corrida, que é a paixão dela hoje.
É mãe de um menino de 9 anos.
O caminho até aqui começou com um amigo do vôlei, que indicou. Mas ela não foi direto ao M1. Fez primeiro o Espelho, um curso de um dia, no fim de 2017, e recomenda essa ordem para todo mundo:
É um curso de um dia em que você fica leve. É você com você mesmo. Então é um curso em que você entra na PNL tranquila, porque ele não é tão forte.
E fez uma coisa que ninguém mais nesta série fez: se deu o treinamento de presente de aniversário.
Eu sei até a data: foi dia 16 de março, sexta-feira, e acabou no domingo, dia 18.
Quatro anos depois, ela recita a data de cabeça, com o dia da semana certo.
Tati não descreve uma crise. Descreve um padrão, e é um padrão que quem tem reconhece na hora:
Eu nunca fui uma pessoa muito determinada. Eu conseguia concluir as coisas, mas meio que já sabotava de vez em quando.
A palavra que importa aqui é sabotava. Não é incapacidade nem falta de esforço. É desviar perto do fim, e ela sabe exatamente o que isso não é:
Eu não era uma pessoa assim de "eu vou ali, eu vou chegar lá". Eu tinha uma dificuldade com foco.
Aqui a Tati é mais honesta do que o formato de depoimento costuma permitir. O M1 não resolveu isso sozinho.
Eu fiz o M1, fiz o M2, mas eu consegui encontrar isso depois que eu fiz o Practitioner.
Ela levou anos e vários treinamentos até encontrar o foco que procurava. Não foi um clique num fim de semana, foi um percurso. E o que virou a chave, no fim, foi uma coisa bem concreta: a linguagem.
As minhas falas são outras.
Ela lista as falas que aposentou, e vale ler em voz alta porque provavelmente são suas também:
"Ah, eu não vou conseguir." "Ah, não acredito." "Talvez." "Ah, eu vou tentar."
E dá a razão para aposentar a última, numa frase de cinco palavras:
Quem tenta não consegue.
Com o filho. É onde ela mais mede o efeito, e o argumento dela é simples:
A forma como a gente fala com o nosso filho é muito importante para o crescimento dele. Então as falas mudaram muito na minha vida.
O menino, hoje com 9 anos, vai ao acampamento da Humanity desde os 5, duas vezes por ano. E já pergunta quando pode fazer o M1.
Na corrida. Depois de uma vida inteira de vôlei, Tati descobriu correr aos 40 e poucos. E não separa uma coisa da outra:
Eu descobri a corrida porque eu uso a PNL, tudo que eu aprendi aqui, na corrida.
No resto. A frase que ela usa para resumir o uso diário é curta: usa PNL o dia todo.
Fica um detalhe que diz mais do que qualquer conclusão. Nas reuniões presenciais depois do treinamento, Tati levou um bolo e comemorou duas coisas ao mesmo tempo: o aniversário e o que ela chama de a sua libertação.
O M1 é um treinamento que vai mudar a sua vida, com certeza. Você vai se descobrir, você vai tirar essa casca que tem aí, eu tenho certeza. Pelo menos comigo foi assim.
Eu sou a Tati. Eu fiz o meu primeiro curso no fim de 2017, e em 2018 eu fiz o meu Momenttum. E aí eu comecei a minha jornada extraordinária. Eu fiz o M2, eu fiz o Practitioner, fiz alguns cursos. Mas eu nunca deixei de vir aqui, de estar com esse pessoal, de sentir essa energia.
Eu sou fisioterapeuta há 20 anos formada. Eu sempre fui atleta, joguei vôlei quase a minha vida inteira. Mas agora, com 40, 41 anos, eu descobri a minha paixão, que é a corrida. E eu acabo que descobri a corrida porque eu uso a PNL, tudo que eu aprendi aqui, na corrida. E aí por isso que eu falo que a minha vida hoje é completa, extraordinária.
Na verdade, eu tinha um amigo que jogava vôlei comigo, e ele me falou do M1. Mas me falou antes de um curso que a gente também oferecia, que era o Espelho. Quem dava era o Almir. E aí o meu primeiro curso foi o Espelho, que era um curso de um dia. Foi um curso bom. Eu falo que todos deveriam começar por um curso desse, porque é um curso de um dia em que você fica leve. É você com você mesmo, é o espelho. Então é um curso em que você entra na PNL tranquila, porque ele não é tão forte. Então eu falo: todo mundo tem que fazer o Espelho primeiro.
E aí, depois que você aprende alguma coisa de você, que você se aceita, se descobre um pouco, aí você vai fazer o M1. E aí você chega aqui mais entregue, de peito aberto, se permite mais.
E aí foi assim, fui fazer o treinamento em 2018. Foi no fim de semana do meu aniversário. Eu me dei de presente o M1. Eu sei até a data: foi dia 16 de março, sexta-feira, e acabou no domingo, dia 18. E as reuniões depois do treinamento eram presenciais, onde estavam o Júlio e a Mirian. E aí eu levei um bolo. Enfim, foi super gostoso. Eu comemorei o meu aniversário, a minha libertação, tudo de bom que aconteceu comigo naquele fim de semana.
Eu sempre busquei a minha evolução pessoal. Eu falo que a gente tem que evoluir na vida. Mas, olha, eu nunca fui uma pessoa muito determinada. Eu conseguia concluir as coisas, mas meio que já sabotava de vez em quando. Eu não era uma pessoa assim de "eu vou ali, eu vou chegar lá". Eu tinha uma dificuldade com foco, com as coisas que eu queria.
Eu fiz o M1, fiz o M2, mas eu consegui encontrar isso depois que eu fiz o Practitioner, que é o curso em que a gente aprende como aplicar. Então aí eu aplico em mim as coisas que eu vivenciei.
Eu falo que todo mundo tem que fazer esse curso. Tem que entrar de peito aberto, achando: eu vou sair daí muito melhor do que eu já sou. Tem que ser você, transparente, de peito aberto, para você aproveitar o máximo do curso. Porque quando você entra desse jeito, que foi como eu entrei... eu falo para todo mundo: entra sem nada.
Porque lá você vai estar com pessoas que querem o mesmo que você. E hoje em dia na vida é muito difícil você encontrar um grupo de pessoas que querem a mesma coisa que você. Então, quando você vai para esse lugar, você fala: caraca, estou no paraíso. Embora a gente passe por várias situações que a gente tem que passar durante o treinamento, a gente consegue ver que todo mundo está no mesmo barco. Então vamos junto.
Quando eu vim para o curso, eu vim achando que ia encontrar mais do que estavam falando. E eu encontrei.
Eu uso PNL na minha vida o dia todo. Eu aprendi muito sobre as falas. A gente não faz um curso preciso para criar filho, por exemplo. Meu filho tem 9 anos. Ele vai ao acampamento da Humanity desde os 5 anos, duas vezes por ano. E meu filho é apaixonado pela Humanity. Ele até fala: como que eu posso pular de paraquedas, como que eu posso fazer o M1? E eu falo: calma, filho, tudo na sua hora.
Mas criar o meu filho me ajudou muito, porque a forma como a gente fala com o nosso filho é muito importante para o crescimento dele. Então as falas mudaram muito na minha vida. Isso é uma coisa que eu valorizo muito: as minhas falas. Não só com o meu filho, mas com todo mundo.
"Ah, eu não vou conseguir." "Ah, não acredito." "Talvez." "Ah, eu vou tentar." Quem tenta não consegue. Então eu tenho outras falas hoje. As minhas falas são outras. Basicamente é isso: é a condição de falar, de como falar. É muito mais positivo.
O M1 é um treinamento que vai mudar a sua vida, com certeza. Você vai se descobrir, você vai tirar essa casca que tem aí, eu tenho certeza. Pelo menos comigo foi assim.
E aí, eu tenho muita admiração pelo Júlio. Fazia muito tempo que eu não encontrava com ele. Eu vi ele falando, e aquele brilho que ele tem nos olhos, e quando ele se emociona e chora, aquilo me motiva a buscar todos os dias o que eu aprendi com ele, com a equipe, com todo mundo. Então o brilho no olhar dele é o que me encanta.
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