Vídeo“Tenho a certeza de que estou no lugar certo e no caminho certo”
Danielle
Empresária
Vinícius Salazar
Empresário
Saiu do encontro com mais anotações do que consegue aplicar de uma vez
Identificou que o gargalo não é conhecimento, é execução, e saiu com o foco em transformar anotação em ação
Vinícius Salazar tem 44 anos e é empresário. Ele descreve um problema que ninguém trata como problema, e que é o mais comum depois de um evento bom.
É muito conhecimento, é muito avanço. Chega a dar até uma confusão mental. Só nessa última de manhã foram três páginas.
Três páginas de anotação numa única manhã.
Isso soa como elogio e é, mas também é um alerta. Anotação não é resultado. É matéria-prima. E matéria-prima acumulada sem processamento não vira nada, só ocupa espaço e produz a sensação enganosa de que algo aconteceu.
Ele mesmo nomeia o que precisa vir depois:
Agora tem que entender tudo isso e botar em aplicação, porque é o mais importante. É a execução.
O gargalo de quase todo empresário que frequenta boas salas não é conteúdo. É aplicação. A pessoa sai com trinta ideias, tenta as trinta, não conclui nenhuma, e no evento seguinte anota mais trinta.
Vale um método, porque a frase "vou aplicar" quase nunca sobrevive à segunda-feira:
Uma decisão executada vale mais que trinta anotadas. Vinícius chama isso de botar a bola no chão, que é a melhor definição possível.
Cada um está numa página do livro.
Essa imagem resolve uma comparação que atrapalha muita gente boa.
Quando você está numa sala com pessoas em estágios diferentes, é quase automático medir seu ritmo pelo dos outros. E medir ritmo por comparação produz duas coisas erradas ao mesmo tempo: ou desânimo, ao olhar para quem está adiante, ou acomodação, ao olhar para quem está atrás.
A página em que você está não é boa nem ruim. É onde você está. E a única comparação que informa alguma coisa é com a sua própria página do mês passado.
Outro participante do mesmo encontro chegou por outro caminho a uma conclusão parecida, ao dizer que ainda está devagar e sabe que precisa acelerar.
O depoimento dele é o mais prático do grupo, e o único que trata o excesso como risco.
Sair de uma sala boa com a cabeça cheia é fácil. Difícil é transformar três páginas numa coisa feita. E é só isso que separa quem coleciona eventos de quem cresce por causa deles.
Vinícius Salazar, 44 anos, empresário.
É muito conhecimento. É muito avanço. Chega a dar até uma confusão mental. A gente tem que sair daqui, botar a bola no chão, como a gente fala, e ver o tanto de insight que eu anotei ali. Como que eu vou aplicar isso agora?
Só nessa última de manhã foram três páginas. Então agora tem que entender tudo isso e botar em aplicação, porque é o mais importante. É a execução.
O Júlio Pereira é um cara muito honesto, servidor, quer ajudar as pessoas. E uma coisa que eu vejo que ele tem é brilho nos olhos, porque é muito genuíno. Tudo que ele faz é muito de coração, e é um cara que tem um conhecimento absurdo e consegue transmitir isso para a gente de uma forma muito clara.
Todo mundo que está com ele avança. Alguns mais rápido, outros nem tanto, mas cada um tem a sua velocidade. Como ele mesmo fala, cada um está numa página do livro. Então é questão de tempo até a gente avançar mais ou menos.
Para mim é isso: cara muito honesto, verdadeiro, e quer o bem de todo mundo.
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