Depoimento · Autoconhecimento

Sou mais calmo, mais centrado, menos teimoso e mais paciente

Flávio Werneck

Santos, SP

Flávio Werneck: Sou mais calmo, mais centrado, menos teimoso e mais paciente
Antes

Conversava consigo mesmo escondido num quarto fechado, achando que aquilo era sinal de loucura

Depois

Aos 62 anos, diz estar mais calmo, mais centrado e menos teimoso

Quem é Flávio

Flávio Werneck tem 62 anos, é casado, tem uma filha dentista e mora em Santos. Na Humanity é conhecido como Flaviano.

Chegou pela pandemia. Estava pesquisando PNL por conta própria na internet quando encontrou o Júlio no Instagram. Depois foi levado por um amigo ao final de um M1, e foi ali que se conheceram pessoalmente.

Estuda PNL há quase quatro anos.

O que estava acontecendo

O depoimento do Flávio gira em torno de uma confissão que ele mesmo chama de passagem engraçada, e que na verdade é a coisa mais tocante desta série inteira.

Ele conversava consigo mesmo. E tinha vergonha disso.

Eu ficava muito preocupado de me expor, porque eu pensava que era ser maluco. Porque você tem exemplos: quando você conversa sozinho, "ah, o cara é doido, esquizofrênico".

E então vem o detalhe que muda o tom de tudo:

E eu fazia essas conversas muito individualmente, reservadamente, num quarto fechado, sozinho.

Um homem adulto, com família, se trancando num quarto para fazer uma coisa que fazia bem a ele, porque achava que aquilo era sintoma.

A virada

Não foi uma técnica. Foi uma informação.

A PNL mostrou que isso é totalmente normal. Quando eu descobri que isso é totalmente normal, foi uma transformação espetacular.

E ele classifica, sem hesitar, o que foi o maior ganho de quatro anos de estudo:

A primeira delas foi essa descoberta: eu sou normal, não sou maluco. Essa é a melhor de todas.

Vale registrar o tamanho disso. Depois de quatro anos de formação, o que ele elege como o melhor não é uma habilidade nova. É ter parado de se achar defeituoso por algo que sempre fez.

Onde ele está hoje

Flávio lista dois ganhos concretos.

Reconhecer a emoção antes dela chegar.

Você aprende a reconhecer quando ela vai aparecer, e aí você pode até se antecipar e evitar que ela exploda.

Ele usa a raiva como exemplo, e é equilibrado sobre ela:

A raiva pode ser usada para o bem, por incrível que pareça. Mas ela pode destruir também.

A comunicação. Foi o que ele veio buscar desde o começo. A profissão dele exige conversar muito com as pessoas, e sempre num registro formal.

E o resultado geral, aos 62 anos, é a frase que dá título a esta página:

Eu sou uma pessoa muito mais calma, muito mais centrada, menos teimoso, mais paciente.

Menos teimoso. É uma coisa incomum de se ouvir de alguém aos 62, e é a razão de eu acreditar no resto.

A explicação que ele dá para isso funcionar não tem nada de místico:

Você começa a se autoconhecer, as suas virtudes e os seus defeitos. E não há o menor problema em você valorizar suas virtudes e reconhecer os seus erros.

Transcrição do vídeoNa íntegra, nas palavras de Flávio. 613 palavras.

Meu nome é Flávio Werneck, conhecido na Humanity como Flaviano. Tenho 62 anos, sou casado, tenho uma filha dentista e moro aqui em Santos também.

Eu conheci o M1... na verdade, eu conheci o Júlio pela internet, pelas mídias sociais, mais precisamente pelo Instagram, por conta da pandemia. E aí eu, desejoso por informações sobre assuntos de PNL, fui fazendo pesquisas até que encontrei o Júlio. Eu já conheci o Júlio no final de um M1, que eu fui trazido por um amigo, e aí eu fui apresentado ao Júlio dessa maneira.

A gente vai evoluindo na PNL dentro de um tempo. A gente já estuda PNL há três anos, já vai fazer quatro. E a gente vai evoluindo. E aí a gente tem coisas que a gente percebe e coisas que não percebe. Mas eu sou uma pessoa muito mais calma, muito mais centrada, menos teimoso, mais paciente. Isso eu entendo que a gente foi desenvolvendo à medida em que vai se autoconhecendo, que essa é a grande sacada da Humanity, do curso de PNL, do M1. Você começa a se autoconhecer, as suas virtudes e os seus defeitos. E não há o menor problema em você valorizar suas virtudes e reconhecer os seus erros e os seus defeitos.

Sempre busquei conhecimento. Eu tenho uma profissão... não é que ela é incomum, ela é comum, mas eu preciso de muita comunicação entre as pessoas, até porque quando eu converso com elas é uma coisa muito formal. Então eu sempre procurei comunicação, aprender a me comunicar, falar em público. E nessa caminhada de buscar esse tipo de aprendizado, de ferramenta, de especialização, eu acabei conhecendo a PNL e depois a Humanity. Aí eu encontrei o que eu estava buscando, algo mais.

Tem uma passagem muito engraçada. A PNL ensina a gente a conversar com a gente mesmo, com o nosso inconsciente. E eu sempre fiz isso, e eu ficava muito preocupado de me expor, porque eu pensava que era ser maluco. Porque você tem exemplos: quando você conversa sozinho, "ah, o cara é doido, esquizofrênico", qualquer coisa parecida. E eu fazia essas conversas muito individualmente, reservadamente, num quarto fechado, sozinho.

E a PNL mostrou que isso é totalmente normal. Quando eu descobri que isso é totalmente normal, foi uma transformação espetacular. Cara, eu fiquei muito, muito entusiasmado. E eu sou entusiasmado pela PNL, e agora com o Júlio também. A primeira delas foi essa descoberta: eu sou normal, não sou maluco. Essa é a melhor de todas.

E depois a gente aprende a reconhecer essas emoções. Você aprende a controlar suas emoções, você aprende a reconhecer quando ela vai aparecer, e aí você pode até, de repente, se antecipar e evitar que ela exploda e cause algum mal, ou alguma coisa ruim. A raiva é uma emoção muito forte. Ela pode ser usada para o bem, por incrível que pareça, mas ela pode destruir também. Então isso é importantíssimo. São dois grandes ganhos que eu tive: controlar as emoções e aprender a melhorar a minha comunicação.

O M1 é um treinamento, e eu diria o seguinte para as pessoas: vai lá e faz, porque é transformador. Se entrega, porque é transformador. Você começa na sexta-feira, no sábado você já é outro, e no domingo você é uma terceira pessoa. E você não percebe. Quer dizer, percebe, mas depois, com o tempo, você percebe que vai mudando devagarzinho. É impressionante como você recebe essa informação, guarda, captura e se transforma.

Júlio, continue fazendo o que você faz. Você faz isso muito bem, você é muito bom nisso. Continue ajudando as pessoas e continue transformando todas elas. O mundo precisa disso, o universo precisa disso.

Sobre o que Flávio viveu

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